sábado, 23 de abril de 2011

Parte II

- Claro que não, que coincidência, já íamos para o mesmo lugar. - -- Desculpe mas não consegui me conter e ouvi a sua conversa com a funcionária, assim que você saiu, fui lá e já paguei a sua divida.

- Você não poderia ter feito isso, nem teve culpa do acontecimento. Vou lá, pedi a ela pra desfazer isso e te devolver o dinheiro.

Infelizmente não teve jeito, agora minha divida é com aquele cara que eu acabara de conhecer.

- Foi tanta a confusão, que nem deu tempo de nos apresentar meu nome é Caio, muito prazer.

Eu já estava sem graça, não sabia onde me esconderia, meu coração não queria se acalmar.

- Luana.

- Esse tempo que te conheci, percebi que você é muito pensativa. Será que algum dia eu vou poder saber quais são esses seus pensamentos?

- Preciso ir, estou em horário de serviço.

Saí, com a esperança de encontrá-lo outra vez, mas isso não seria possível, já que não trocamos telefone, nem email. Chegando em meu serviço, a minha colega me avisou que tinha um recado na secretaria para mim.

- “Espere o sinal para a próxima mensagem” Luana, depois que te vi não paro de pensar em você, linda, perfeita a mulher dos meus sonhos, que tal sairmos a noite? Beijos, Os cacos de vidro do jarro da floricultura. .

- aaaaah. Ele anotou o número da minha camisa.

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